Cerch in lega WSPItaly,wheels
May 22
INFORMAZIONI AL CONSUMATORE
DA DOSSIER CAMPANIA MAGGIO 2012 Stampa E-mail
Venerdì 04 Maggio 2012 13:51
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IL SETTORE AUTO
C
onferma il suo piano industriale,
consolidando il fatturato e man-t e n e n d o l ’ o r g a n i c o , n o n o s t a n t e
una drammatica crisi del settore.
La società Acacia, di Eboli, ha trovato il suc-cesso affermandosi come produttrice di ruote in
lega di ricambio per autoveicoli a marchio WSP
Italy. E nell’ultimo anno ha dovuto mostrare i
muscoli. Non soltanto per fronteggiare la con-giuntura, ma anche una situazione che, seppur
non evidente agli occhi dei consumatori, cela
una profonda disputa tra i produttori indipen-denti, come Acacia, e le grandi case automobi-listiche. Il problema nasce da una mancanza di
regole cer te o, perlomeno, da una scarsa appli-cazione di una normativa già vigente. Secondo
Rolando D’Amato, amministratore di Acacia
Srl – WSP Italy, «Introdurre l’obbligatorietà
delle norme tecniche sui ricambi non originali
di qualità è fondamentale». È proprio questo il
punto su cui nasce la disputa, vale a dire il ri-conoscimento del ricambio non originale come
alternativo a quello prodotto dalla casa auto-mobilistica. Dietro un nodo apparentemente
semplice da sciogliere, viene infatti da dire che
basterebbe seguire i parametri tecnici imposti,
garantendo così un prodotto sicuro al consu-matore a prescindere che sia di marca originale
o meno, in realtà si scatena un confronto tra
lobby dell’auto e piccole imprese. Sappiamo
tutti, infatti, come il pe zzo creato dal produt-tore automobilistico possa costare molto di più
U n g r i d o d i a l l a r m e s c u o t e i l m o n d o d e i r i c a m b i a u t o m o b i l i s t i c i .
A p a r l a r n e è R o l a n d o D ’ A m a t o , n u m e r o u n o d i A c a c i a – W S P I t a l y , l ’ a z i e n d a
d i E b o l i o g g i a n n o v e r a t a t r a i p r i n c i p a l i p r o d u t t o r i d i r u o t e i n l e g a d i r i c a m b i o ,
c h e d e n u n c i a i r i s c h i d e r i v a n t i d a u n m e r c a t o m o n o p o l i z z a t o
Paolo Lucchi
Se un’incertezza normativa
mina il settore dei ricambi auto
Rolando D’Amato,
amministratore
di Acacia – WSP Italy ,
Eboli (SA)
www.wspitaly.com
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Rolando D’Amato
di una replica. Ma ciò non significa che que-st’ultima sia qualitativamente inferiore.
Vo i c o s a c h i e d e t e , i n d e f i n i t i v a , a l l e
i s t i t u z i o n i ?
« R e g o l e , r e g o l e c h i a r e . M a s o p r a t t u t t o c h e
q u e s t e s i a d o p e r i n o p e r d a r e u n q u a d r o n o r -m a t i v o d i r i f e r i m e n t o , s i a d a u n p u n t o d i v i -s t a t e c n i c o e d i c e r t i f i c a z i o n e o b b l i g a t o r i a d i
p r o d o t t o , s i a d a q u e l l o g i u r i d i c o e d i t u t e l a
d a l l ’ a g g r e s s i o n e d a l l e c a s e c o s t r u t t r i c i » .
A ggressione?
«Pur troppo c’è chi vuole mantenere il settore,
a mio parere irresponsabilmente, in uno stato
d i i n d e fi n i t e z z a n o r m a t i v a . Mi r i f e r i s c o a l l e
grandi case automobilistiche, come Bmw, Por-sche e Mercedes, che hanno ovviamente inte-re s s e a m a n t e n e re e p e r s e g u i re u n o s t a t o d i
m o n o p o l i o s u l m e r c a t o d e i c e r c h i o n i d i r i -cambio e non solo. Con un mercato incer to sul
fronte delle regole, si arriva anche alla diffusione
d i p ro d o t t i n o n s i c u r i p e r g l i a u t o m o b i l i s t i .
Non è un mistero che proprio di recente un’in-dagine della Procura e della Guardia di Finanza
di La Spe zia ha dimostrato come stiano circo-lando prodotti potenzialmente pericolosi».
A livello giuridico cosa compor ta una si-mile incer tezza?
«La mancanza di regole cer te permette a taluni
g i u d i c i d i d e c re t a re c h e i l c o m p o n e n t e d i r i -c a m b i o o m o l o g a t o , n e l n o s t ro c a s o l a r u o t a i n


Al settore serve un
quadro normativo di
riferimento chiaro, sia
da un punto di vista
tecnico e di
certificazione
obbligatoria di prodotto
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l e g a , s i a u n “a c c e s s o r i o” . E d i c o n s e g u e n z a i l
c o n s u m a t o re c h e c e r c a u n r i c a m b i o o m o l o -gato, riconosciuto come tale dalla legge, dovrà
r i v o l g e r s i a l p r o d u t t o re d e l s u o v e i c o l o. C o s ì
il mercato si consegna a un vero e proprio mo-n o p o l i o o p p u re , a n c o r a p e g g i o , s i a p r o n o l e
p o r t e a u n m e r c a t o s o m m e r s o , i n c u i a b b a -g l i a t i d a p r e z z i b a s s i , g l i a u t o m o b i l i s t i r i -s c h i a n o d i a c q u i s t a re c e rc h i o n i n o n s i c u r i c h e
t a l v o l t a p re s e n t a n o a n c h e c o n t r a f f a z i o n i d e i
p r o d o t t i Ac a c i a , c o m e re c e n t e m e n t e v e r i f i c a -t o s i c o n i l m a r c h i o Tr i s t a r. C i ò , m e n t re i n o -s t r i , c h e s o n o i d o n e i e i d e n t i c i a q u e l l i re a l i z -z a t i d a l l e c a s e a u t o m o b i l i s t i c h e , r i m a n g o n o
s u g l i s c a f f a l i s o l o p e r c h é d e f i n i t i g i u r i d i c a -m e n t e “a c c e s s o r i” » .
Vo l t i a m o p a g i n a e p a r l i a m o d e l m e rc a t o .
No n o s t a n t e t u t t o l a s u a è u n’ a z i e n d a s a n a
e c h e , o rm a i , h a u n vo l t o p re t t a m e n t e i n -t e rn a z i o n a l e .
« L a n o s t r a è u n’ a z i e n d a a b i t u a t a a c o m p e t e re
n e l m e r c a t o i n t e r n a z i o n a l e e a c o n f r o n t a r s i
direttamente, senza intermediari, con i mercati
d i t u t t o i l m o n d o. Da l l’ Eu r o p a a l Su d a m e -r i c a , d a l Gi a p p o n e a i Pa e s i A r a b i fi n o a l Su -d a f r i c a . Op e r i a m o i n m a n i e r a a s s o l u t a m e n t e
s c e v r a d a o g n i r e t a g g i o a s s i s t e n z i a l i s t a . C i
s i a m o i n t e r n a z i o n a l i z z a t i a u t o n o m a m e n t e
s e n z a i l b i s o g n o d i o r g a n i s m i q u a l i l’ Ic e o l a
C a m e r a d i C o m m e rc i o. No n h o t i m o r i n e l
d i re c h e , s p e s s o , q u e s t e i s t i t u z i o n i a s s o r b o n o
r i s o r s e p u b b l i c h e s e n z a e s s e re c a p a c i d i re s t i -t u i re a l l e i m p re s e n u l l a d i e ffi c i e n t e . Pe r n o n
p a r l a re , p o i , d e l s i s t e m a t r i b u t a r i o. Gl i En t i e
l’Agenzia per le Entrate possono spingersi fino
a l r i c o r s o i n C a s s a z i o n e n o n o s t a n t e d u e g r a d i
di giudizio che hanno dichiarato l’insussistenza
d e l l e l o ro r i c h i e s t e . In t u t t o c i ò , u n’ a z i e n d a
c o m e l a n o s t r a r i e s c e a n c o r a a re s i s t e re e a
m a n t e n e re i l s u o f o r t e l e g a m e c o l t e r r i t o r i o ,
m a fi n o a q u a n d o c i ò s a r à p o s s i b i l e ? » .
Quali strategie vi occorrono per continuare
a crescere?
« In n a n z i t u t t o i n ve s t i re i n n u ove p ro d u z i o n i
per allargare la gamma di r uote di ricambio
c o m p a t i b i l i , a m b i t o s u c u i s i a m o l e a d e r a l
mondo, valorizzando le omologazioni ai sensi
d e l l a E C E O N U R 1 2 4 . Pe r c o n s o l i d a r s i e d
espandersi, poi, occorre essere presenti diretta-mente sulle direttrici di grandi flussi di merci.
La nostra presenza in Cina e in America è parte
di un piano par zialmente già realizzato ma an-cora da potenziare».
D a q u a l i m e r c a t i s i a s p e t t a i r i s c o n t r i
m i g l i o r i ?
« I n d u b b i a m e n t e d a q u e l l i a s i a t i c i . Su t u t t i
C i n a , C o r e a e G i a p p o n e . M a r i p o n i a m o
a s p e t t a t i v e a n c h e s u A u s t r a l i a , Nu o v a Z e -l a n d a e A m e r i c h e » .
Quindi i prossimi investimenti guardano
prevalentemente verso l’Oriente?
«Investiremo soprattutto in Cina, sia per espan-dere le espor tazioni verso tutti i paesi extraeu-ropei, sia per penetrare il mercato cinese stesso,
c h e v a n t a u n’ e n o r m e o p p o r t u n i t à p e r t u t t e
quelle imprese capaci di relazionarsi con i mer-cati. Investiremo anche in America del Nord».
E per il mercato interno?
«In Italia sono previsti investimenti finalizzati
soprattutto a favorire le relazioni commerciali,
per esempio con Brasile e Stati Uniti, attraverso
un laboratorio di prova riconosciuto dai più
impor tanti enti di omologazione mondiali».
Pa r l a n d o d i i n n ov a z i o n i , q u a l i p a s s i i n
avanti dovrà compiere la vostra produzione?

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IL SETTORE AUTO
«Indubbiamente, intendendo per qualità non
solo quella di prodotto ma anche i ser vizi an-nessi, tutti gli investimenti sono tesi a miglio-rare il livello di assistenza e la rispondenza alle
aspettative dei nostri clienti. Pensiamo, ad esem-pio, alla tracciabilità dei nostri prodotti. Dal
punto di vista squisitamente tecnico ci aspet-tiamo un importante miglioramento qualitativo
anche a seguito degli impor tanti investimenti
effettuati sul nostro centro di ricerca e prova».
A q u e s t o p r o p o s i t o , q u e l l o d i A c a c i a –
WSP Italy è uno di quei casi in cui, mentre
la produzione fisica è delocalizzata, la ricerca
e lo sviluppo restano ancorate al territorio
italiano. Qui in Italia riuscite a collaborare
con il mondo universitario?
«Pur troppo non c’è alcuna collaborazione con
le università. Qui si tocca un punto dolente.
Imprese e atenei continuano a parlare lingue
diverse, con negative ripercussioni sui ragazzi,
che dopo gli studi si ritrovano impreparati al
mondo del lavoro, e sulle aziende, che devono
i n ve s t i re t e m p o e d e n a ro s u p e r s o n e va l i d e ,
m a c h e n e c e s s i t a n o d i f o r m a z i o n e s p e c i fi c a .
Queste ultime, poi, una volta formate magari
ti lasciano per un’altra azienda».
Cosa si aspetta dal futuro?
«Crediamo che il Paese Italia debba prendere
coscienza che non è il centro del mondo, ma
una provincia, e anche alquanto remota. Per
tornare più vicini al centro, tutti noi, media
compresi, dobbiamo sfor zarci di uscire da una
log ic a provinc ia le. L’esem pio del Poli tecn ico
di Milano, che introduce l’inglese come sua lin-gua, è emblematico e for te. Dobbiamo guar-dare al mondo se vogliamo sopravvivere. Dob-biamo formare classi dirigenti capaci di avere
visioni globali e non provinciali. E ci deve es-sere la capacità di coniugare questo sguardo co-s m o p o l i t a c o n l a c o n s e r v a z i o n e d e l l e t r a d i -zioni. La sfida è soprattutto questa e richiede
g r a n d i v a l o r i e t i c i m a a n c h e g r a n d e i n t e l l i -genza. Soprattutto, occorre una preparazione,
a l m o m e n t o m a n c a n t e n e l l a c l a s s e p o l i t i c a
“eletta”. Chi ci governa si è spesso rivelato in-c a p a c e d i va l o r i z z a re e u t i l i z z a re fi n a n c h e l e
inimitabili risorse naturali, ar tistiche e paesag-gistiche del nostro Meridione, sconosciute a
qualsiasi altra par te del mondo. Ma diciamolo
a voce bassa, perché potrebbero istituire qual-che altro inutile ente per la valorizzazione del
territorio che andrebbe a pesare ulteriormente
sui contribuenti».
Acacia è produttrice di ruote in lega di ricambio per autoveicoli a
marchio WSP Italy. L’attività nasce per rispondere all’esigenza dei
consumatori automobilisti che nel post vendita potrebbero avere
l’esigenza di riparazione del proprio autoveicolo senza però ricorrere
a parti originali. Nel suo ambito, Acacia – WSP Italy presenta una
delle gamme più vaste al mondo di ruote in lega di ricambio, che da
un lato garantiscono al consumatore un’alternativa meno costosa del
prodotto originale e, dall’altra, assicurano livelli di affidabilità e
sicurezza identici, essendo omologati dal Ministero dei Trasporti
(Centro Prova Autoveicoli di Napoli) e dalla corrispondente Agenzia
del Regno Unito (Vehicle Certification Agency – VCA). Dati da non
sottovalutare in un settore che, come dimostrano recenti inchieste,
vede la presenza di prodotti taroccati, pericolosi e di dubbia
provenienza. L’azienda ha il suo headquarter gestionale a Eboli, dove
si trova la base logistica, il centro progettazione e laboratorio di
collaudo, ricerca e sviluppo. Il prodotto viene fisicamente realizzato
in due stabilimenti in Cina, gli stessi da cui nascono i cerchi per
alcune scuderie di Formula 1. Il management di Acacia – WSP Italy
conta su una forza lavoro complessiva di quaranta addetti, che si
muovono con un orizzonte assolutamente “worldwide”. I mercati di
riferimento sono globali e impongono un continuo confronto con enti
e istituzioni di tutto il mondo, tanto per aspetti commerciali e
amministrativi, quanto per aspetti tecnici di prodotto.
Dall’Italia al mondo
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Rolando D’Amato
IL SETTORE AUTO
P
o t r e b b e , a l l’ a p p a r e n z a , e s s e r e l e t t a
come una questione di secondo or-dine. Ma la qualificazione giuridica
d e i c e r c h i o n i p e r a u t o s i s t a r i v e -lando argomento di disputa tra grandi case au-t o m o b i l i s t i c h e e p i c c o l i p ro d u t t o r i i n d i p e n -denti. Una questione che suscita non poche
perplessità sul mercato e che coinvolge nume-rosi attori su uno dei compar ti maggiormente
s t r a t e g i c i p e r l a n o s t r a i n d u s t r i a . E , s o p r a t -t u t t o , r i g u a rd a d a v i c i n o a n c h e i l c o n s u m a -tore. Il problema sta alla radice. Occorre capire
se, giuridicamente, tali componenti sono da ri-tenersi come accessori o par ti di ricambio del-l’autovettura. «Il propendere per l’una o l’altra
tesi è determinante per l’applicabilità della co-siddetta clausola di riparazione». A spiegarlo è
l’avvocato Marco Esposito.
Perché questa clausola è così impor tante?
«In quanto avvalere la tesi secondo cui il cer-chione per auto sarebbe un accessorio, significa
eliminare dal mercato aziende
che producono e commercia-lizzano i cerchi replica, a van-taggio di particolarismi e lobby.
No n è u n c a s o s e g l i a t t o r i
c o i n v o l t i i n q u e s t a q u e r e l l e
sono, da un lato, le più impor-tanti case automobilistiche, so-stenitrici della tesi “ruote come
accessori”, e, dall’altro, i pro-d u t t o r i i n d i p e n d e n t i f a u t o r i
della tesi “r uote come par ti di
ricambio”. Lo scenario è quello
dell’aftermarket».
S ì , m a l a c l a u s o l a d i r i p a -r a z i o n e g i à e s i s t e . C o s a p re -ve d e ?
«È vero. Esiste ed è prevista dall’articolo 110 del
Regolamento CE n.6 del 2002. Questo, oltre a
introdurre la nozione di “r uote sostitutive re-p l i c a” , r i c o n o s c e e s p re s s a m e n t e i l d i r i t t o d e i
p ro d u t t o r i i n d i p e n d e n t i d i p ro d u r l e e c o m -mercializzarle. Tali componenti vengono rico-nosciuti come “necessari per la riparazione del
p r o d o t t o c o m p l e s s o a l fi n e d i r i p r i s t i n a r n e
l’ a s p e t t o o r i g i n a r i o” . L o s c e n a r i o n o r m a t i vo
comunitario, quindi, rivela inequivocabilmente
la tendenza a sostenere nel mercato dell’after-m a rk e t l a c o m m e rc i a l i z z a z i o n e d e l r i c a m b i o
indipendente e non originale».
Si sostiene, quindi, una liberalizzazione del
mercato?
«Esattamente. E lo confermano il Regolamento
Ece/Onu 124/2007 recepito dall’ordinamento
italiano e la direttiva CE 46/2007».
Lo scenario normativo è chiaro. Allora per-ché emerge la disputa con le case automobi-listiche?
« Pe r c h é o v v i a m e n t e v o g l i o n o o s t e g g i a r e i l
p r o l i f e r a r e d i r i c a m b i s t i s u l m e r c a t o. I l m e -t o d o p e r o t t e n e re q u e s t o r i s u l t a t o , p e rò , r i ve l a
u n a c h i a r a i n t e n z i o n e d i m a n t e n e r e u n a p o -s i z i o n e d i m o n o p o l i o. Q u e s t i c o l o s s i , i n f a t t i ,
c o n s t r a t e g i e a l q u a n t o s i m i l i t r a l o r o , d i f f i -d a n o i r i c a m b i s t i i n d i p e n d e n t i d a l c o n t i n u a re
Una domanda apparentemente banale
ma che cela una disputa giuridica
tra piccoli produttori e grandi case
automobilistiche. Oltre che rappresentare
un nodo fondamentale per la difesa
del consumatore. Il Tribunale di Napoli
si è recentemente espresso in tal senso.
A parlarne è l’avvocato Marco Esposito
Carlo Sergi
Cerchioni: accessori
o parti di ricambio?
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L’avvocato Marco Esposito
www.espositostudiolegale.com
Marco Esposito
a c o m m e r c i a l i z z a r e i c e r c h i r e p l i c a s e n o n a l
r i s c h i o d i s u b i re a z i o n i g i u d i z i a r i e p l u r i m e . E
s i c a p i s c e b e n e c h e m o l t e i m p r e s e t e m o n o d i
e s s e r e e s p o s t e , s p e c i e i n q u e s t o p e r i o d o , a d
a z i o n i l e g a l i c o s ì i m p o r t a n t i » .
Il consumatore, in tutto questo, cosa rischia?
«Rischia di cadere nella trappola della disin-formazione. Alcune case automobilistiche, in-fatti, sembrano voler tralasciare una questione
fondamentale, vale a dire la corretta categoriz-zazione delle r uote, che si differenziano in so-stitutive o di ricambio. Si possono infatti di-stinguere in r uote “sostitutive del costr uttore
del veicolo”, “sostitutive identiche”, “sostitutive
replica”, “sostitutive replica par ziale” e le co-siddette r uote “speciali”. Queste ultime, però,
non sono originali, non adempiono ai criteri
n o r m a t i v i p re v i s t i p e r l a r g h e z z a , d i a m e t ro e
offset. Hanno, per intenderci, peculiarità di-verse dal cerchio originale, non presenti nel-l’omologazione del veicolo».
In pratica si soprassiede sulla circolazione
di cerchi omologati, sicuri, e altri che, invece,
non lo sono.
« I l p re s c i n d e re d a q u e s t a d i s t i n z i o n e h a l’ e f -f e t t o d i r i u n i re i n u n u n i c o c a l d e r o n e p r o -d u t t o r i d i r u o t e n o n o m o l o g a t e c o n a l t r i ,
come per esempio la Acacia Srl, che realizzano
r u o t e d i a s s o l u t a q u a l i t à . L’ a t t i v i t à d i d i s t u r b o
d a p a r t e d e l l e c a s e a u t o m o b i l i s t i c h e n e l m e r -c a t o d e l l e r u o t e d i r i c a m b i o c o s t i t u i s c e u n
a t t o c h e i o d e f i n i re i d i “o b i e z i o n e – v a n t e r i a”
c i r c a l’ e s i s t e n z a d e l d i r i t t o , o l t re c h e a r a p -p re s e n t a re u n a b u s o d i p o s i z i o n e d o m i n a n t e .
I l p r o t r a r s i d i u n a s i m i l e p r a t i c a n o n p u ò c h e
a n n i e n t a re l e p i c c o l e a z i e n d e s u l m e r c a t o e
d a n n e g g i a re i l c o n s u m a t o re , c o s t re t t o a l l’ a c -q u i s t o d i r u o t e o r i g i n a l i p r e s s o l e c a s e c o -s t r u t t r i c i , a c o s t i q u a d r u p l i c a t i . Fo r t u n a t a -m e n t e , n e l c a s o d i A c a c i a , i l t r i b u n a l e d i
Na p o l i h a c o m p i u t o u n p a s s o f o n d a m e n t a l e » .
Quale?
« H a r i c o n o s c i u t o c o m e l e c i t a l a p r o d u z i o n e
e vend i t a d i qua ls i vo g li a mo de llo d i cerch io ne
i d e n t i c o a q u e l l o f o r n i t o d a l l a c a s a c o s t r u t -t r i c e , q u a l i f i c a n d o l o c o m e “c o m p o n e n t e p e r
l a r i p a r a z i o n e d e l p r o d o t t o c o m p l e s s o” . Q u e -s t a s e n t e n z a , i n p r a t i c a , s e g n a i l c o n f i n e d e l -l ’ e s e r c i z i o d e l d i r i t t o. Sp e r i a m o c h e t a l e p r o -n u n c i a i n d i c h i f i n a l m e n t e l a r o t t a n e l m a r e
m a g n u m d e l l e n o r m e e d e l l e s u e p o s s i b i l i , e
t a l v o l t a i m p o s s i b i l i , i n t e r p r e t a z i o n i »
 
Diffidate dalle informazioni che provengono da questo sito Stampa E-mail
Giovedì 03 Maggio 2012 15:01
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www.topwheels.nu

Diffidate dalle informazioni che provengono da questo sito che sta tentando di utilizzare il nostro marchio ma non lo riconosciamo tra i nostri Rivenditori.

Richiedete sempre il codice seriale per l’attivazione della garanzia e della tracciabilità quando acquistate un prodotto WSP ITALY.

 
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Martedì 20 Marzo 2012 15:27
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IL MERCATO DEI RICAMBI: MONOPOLIO O LIBERTA’ DI RIPARAZIONE?

 

 


 
ATTENZIONE CONSUMATORI PORSCHE Stampa E-mail
Mercoledì 29 Febbraio 2012 09:22
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ATTENZIONE CONSUMATORI PORSCHE

 

 
PRODOTTO CONTRAFFATTO Stampa E-mail
Mercoledì 15 Febbraio 2012 13:32
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CHIEDERE SEMPRE IL NUMERO ANTI CONTRAFFAZIONE DELLA RUOTA , IN MANCANZA DI QUESTO CODICE LA RUOTA NON E’ UN PRODOTTO WSP IYALY!

 
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